35 Anos de Sustentabilidade

A linha de Papéis de Arte da Moinho Brasil é resultado de uma jornada de extensa pesquisa.

Com a colaboração de diversos artistas, fomos adequando papéis já existentes, que apresentavam grande potencial para suporte de múltiplas técnicas. Agradecemos a todos, pelos retornos e estímulos para seguirmos neste caminho.

Os papéis são confeccionados em área agrícola desta forma, a água usada para sua confecção não é clorada. Advém de poço artesiano e passa por um filtro para ser utilizada. Os papéis não recebem carga. São feitos da matéria-prima original, água e produto para que consigamos uma suave alcalinização, não é ácido. Pensamos com isto aumentar sua resistência à umidade, quando em áreas beira-mar ou chuvosas.

Desta forma, com orgulho apresentamos os primeiros papéis artesanais para arte no Brasil.

Esperamos que estes enriqueçam o universo deste segmento.

1/1

Oiapoque

Nasceu da evolução do papel Moreno. Confeccionado a partir da reciclagem de aparas krafts recuperadas.

Adequado para as técnicas tempera de laca, tempera a ovo ou caseira, guache pastel seco e carvão.

1/1

Chuí

Nasceu da evolução do papel Galego. Confeccionado a partir da reciclagem de aparas brancas recuperadas.

Adequado para as técnicas: lápis grafite, lápis de cor, lápis aquarelado, aerógrafo e canetas.

1/1

Macareú

O Macareú nasceu da evolução do papel São Paulo. É confeccionado com 50% de algodão puro.

Adequado para as técnicas:

Pastel óleo, tinta a óleo (trabalhando-se a base) e sprays.

Ceará

Nasceu dos papéis Bumba Meu Boi. Confeccionado com reciclagem de aparas industriais recuperadas. Disponível nas cores telha e cinza. Adequado para as técnicas: lápis de cor, caneta e pastel seco.

Em nossa loja, disponibilizamos papéis, cadernos e sketchbooks para diversas técnicas.

Depoimentos

Vitrine Virtual

Curadoria de Rita Carusso

"Para trabalhar neste caderno feito de Kraft, papel Oiapoque, fiz a escolha de usar temperas de laca pois me permitiu ter uma boa cobertura no papel pois, mesmo sendo muito absorvente, ele também oferece uma superfície plana e estável. Recomendo para técnicas secas (pastéis em geral). O papel reflete bem a cor, cinzas e brancos funcionam muito bem para criarem destaques e ou temperas (guaches tempera a ovo ou caseina). Um papel forte e versátil."

- Paulo Sayeg

Tempera no papel Oiapoque

"O papel Chuí 150g tem o aspecto pouco encorpado pras técnicas que eu queria usar. Não aguentaria muitas camadas de água sem uma boa base. Então apliquei a base, assim consegui trabalhar com os marcadores sem o papel sugar a tinta e o traço se manter preciso. Apliquei mais uma camada de espatulagem com tinta fosca para aplicar as camadas de aquarela e a tinta fosca segurar a água da melhor maneira. Com a finalização da arte com o verniz o papel ficou firme e forte, deixei uma margem lateral para que na finalização o papel Chuí estivesse presente na arte. Por fim o papel se comportou perfeitamente para proposta que eu queria desenvolver."

- Marcela Amaro

Aquarela no papel Chuí

"O trabalho figurativo realista requer um desenho bem elaborado e o material para pintura tem que ser muito bem empregado para que sombra e luz deem o valor tonal exato, transformando assim um simples desenho em uma obra 3D, isto é realista. Trabalhar com pastel seco é para mim um verdadeiro desafio, e pude testar a união entre papel e pastel com o trabalho 'Mona 2020'.

O Papel Moinho Brasil me proporcionou uma leveza maior ao espalhar o material (pastel) no papel utilizado. Com a maior fixação do material sobre o papel as cores realçaram e quando utilizei o spray fixador, o pastel não modificou suas cores. O papel ajudou a conservar as cores. Um papel que proporcionou um resultado mais que esperado. Isto é uma obra de arte com material diferenciado que traduz o que o artista queria representar."

- Ana Bittar

Pastel Seco no papel Chuí

" Gostei do papel, para a impressão que fiz ficou excelente... porém...como pretendo fazer uma edição em relevo seco (gofrado)... a gramatura que usei não é adequada... Terá que ser, para isto, uma grama a gramatura entre 350 grs a 450 grs. O papel tem uma consistência firme, bem parecido com o Hahnemuhle.

- Luiz Carlos do Atelier Officina 

Xilogravura no papel Chuí

"Faço gravuras utilizando embalagem de suco como matriz. É uma técnica que exige que o papel seja imerso em água, prensado e pendurado para secar. O papel Chuí da Moinho Brasil respondeu bem ao meu estilo de gravura. Aguentou bem permanecer na água e puxou bem a tinta quando passado na prensa. Depois de seco manteve intactas as cores e a textura do papel, sem deformações."

- Rosane Viegas

Gravura no papel Chuí

"Trabalhei com os papéis Chuí e Oiapoque , da Moinho brasil, que são papéis artesanais e fiquei muito satisfeita com o resultado alcançado com os dois. São Papéis bem diferentes, o Chuí era branco e um pouco mais liso e mais firme que o Oiapoque que era de uma tonalidade bege um tanto mais macio. Utilizei tinta acrílica na execução das pinturas e fiquei bastante feliz com o resultado obtido. As poucas ondulações que se formaram não chegaram a me incomodar. Acredito que esta dentro do esperado para um trabalho com tinta acrílica sobre o papel. Foi uma experiência agradável e confortável que pretendo repetir."

- Heloize Rosa

Acrílica no papel Chuí e no papel Oiapoque

"O papel Chuí aceitou muito bem a aquarela sem molhar e também serviu como suporte para colagem. Ele enrugou um pouco mas ao secar, as rugas diminuem bem. Não funcionou com aquarela molhando antes, pois mancha demais. Sem molhar é bem melhor."

- Patrícia Amato

Colagem e aquarela sem molhar no papel Chuí

" Sou Soso Botture...fotógrafa...Participei de uma exposição só com papel artesanal da Moinho Brasil. Usei papel Chuí... o resultado foi espetacular... as cores ficaram muito fiéis a foto... nítida com uma verdade de cores que me surpreendeu... afinal a primeira vez que trabalhei com papel artesanal."

- Soso Botture

Fotografia no papel Chuí

"Meus trabalhos são feitos em sua maioria com metais e ferramenta pesadas de oficina.  Foi bem desafiador trabalhar com o papel da Moinho Brasil pois teria que unir essas ferramentas e a delicadeza do papel. Neste trabalho usei uma máquina de Lichtenberg e fogo sobre o papel Chuí que se mostrou muito eficiente pois conseguiu conduzir os 2 mil wolts que esta máquina produz transformando eletricidade e fogo em um trabalho delicado como se tivesse sido feito com pincel."

- Fábio Souza

Eletricidade e fogo sobre papel Chuí

"Papel macio que aderiu perfeitamente à técnica da aerografia. Gramatura perfeita (150g) , onde pude obter um resultado maravilhoso na textura da pintura, absorção esplêndida proporcionando um desenvolvimento espetacular. O trabalho flui poeticamente nesse papel."

- Maurício Gigante Aerografia

Aerógrafo no papel Chuí

"Meu nome é Iolanda Cimino, sou artista visual realista e hiper-realista e trabalho com pinturas à óleo sobre tela. Há um ano pintei o primeiro papel da Moinho Brasil com a mesma técnica em óleo. Quando recebi o papel vi que teria um desafio muito grande, pois o papel não é um material apropriado ao óleo. Inicialmente fiz um teste e percebi que teria que arrumar uma solução porque o papel chupava muito a tinta devido a sua porosidade e rugosidade. Resolvi então impermeabilizar, a primeira vez com gelatina e nas outras vezes com base acrílica, e com isto consegui reproduzir no papel o que faço em tela. Achei uma experiência incrível trabalhar com os papéis da Moinho Brasil por serem artesanais e por sua alta qualidade. Os trabalhos que fiz ficaram maravilhosos e de alta qualidade pois consegui aproveitar toda a potencialidade do papel."

- Iolanda Cimino

Óleo no papel Chuí

"O trabalho a Nanquim é um pouco complicado em qualquer papel, no meu quarto trabalho com o papel da Moinho Brasil, e com mais experiência,o resultado foi bem melhor, trabalhei também além do nanquim, lápis de cor. "

- Jorge Luis Mendez

Nanquim e lápis de cor no papel Chuí

" Sou uma artista alquimista. Meu trabalho é resultado de muitas experimentações. Graças a isto pude ministrar 11 anos aulas de tecnicas de pintura no MuBe, e sou muito grata. No papel Chuí que recebi, usei vários materiais: Cola Branca, ferrugem, papel arroz, tinta tempera preparada com pigmentos, tinta líquida aquosa de gráfica e verniz. O papel mostrou-se poderoso! Em momento algum  se desfez! Absorveu a tinta líquida e não embabadou! Gostei muito. "

- Bia Black

Técnica Multipla no papel Chuí

"O papel Chuí é poderoso então se comporta como tal, daí a necessidade de técnica específica como acrílica mais pastosa, com menos água pois gosto de cores vibrantes. Desta forma ele não borrou nem enrugou... Adorei trabalhar com este papel."

- Mi Castellani

Acrílica no papel Chuí

​"Foi usada técnica mista, material: spray de fundo. A absorção do papel artesanal gramatura 300g/m² da Moinho Brasil, foi perfeitamente circunstancial para a aplicação das demais demãos de tinta. Pois o processo de desenhar e pintar geralmente causa desgaste mas com esse material ficou perfeito. Uso de pincel e material aerosol do spray deu contraste à obra sem precisar de camadas grosseiras ou seja sem relevos excessivos."

- Biro Sérgio

Grafite (spray) no papel Chuí

"O papel se comportou bem ao material empregado. Absorve bem a água não molhando antes o papel. Coloquei a água diretamente com o lápis e a caneta posca não borra. Expande bem e a cor permanece Natural. O papel seca e fica firme."

- Rita Carusso

Lápis de Cor Aquarelado e Caneta Posca no papel Chuí

"O papel tem uma certa aspereza e rugosidade que acabam por se assentar no desenho de forma natural, deixando impressa na obra uma textura única e marcante, que se incorpora ao desenho.  O papel é perfeito para a técnica com o lápis de cor, porque é resistente e sua rugosidade permite que o grafite se desgaste com facilidade sobre a superfície do papel, sem haver a necessidade de forçar o lápis em excesso."

- Prof. Rosângela Vig

Lápis de cor no papel Chuí

Também é artista? Envie suas obras feitas nos papéis da Moinho Brasil e suas considerações técnicas sobre o papel. 

E-mail: moinhobrasil.com@gmail.com

Telefone: +55 14 98104-3413

  • Instagram
  • Whatsapp
  • Facebook

Izumi Comércio de Papel Artesanal

CNPJ:27448792/0001-18

Estrada Ramificação da Estrada Municipal 020

S/N - Sala 1 - Zona Rural, 19830-000, Echaporã, SP